Na faculdade, no silêncio da biblioteca passa um filme pela minha cabeça, um curta-metragem mesmo e em preto e branco para focar bem o sentido de antiguidade/passado.
Um filme onde os protagonistas eram iludidos e iludiram-se, mentiam para si mesmo criaram personagens e juraram lealdade, mas a quem? Porque a lealdade por si mesmo nunca existiu durante o curta. Ora como dois seres se tornam marionetes de si mesmo?
Um curta-metragem muito mal feito, sem diretor e falsos atores, péssimos interpretes, atores que não atuavam para ninguém a não ser para si mesmos. Imagina que ambos se idealizaram esquecendo-se de suas próprias verdades e mentiras.
Aqui no silencio da biblioteca eu revivo o curta.

Tão saudoso reviver estes filmes da vida. Nostálgico, né? Eu, pelo menos, fico sempre meio triste, apagada...Amei, flor!
ResponderExcluirUm beijo