No quase ainda existia amor, sem dor. E não esse sentimento cinza, que nem chega a ser preto e branco.
No quase ainda existia esperança. E não essa certeza de que não vale a pena.
No quase ainda existia vontade. E não esse fingimento de sentimentos passados.
No quase ainda existia fé.
Eu devia ter desistido no quase, pois no quase ainda existiria uma coisa boa e não esse vazio áspero do nosso interminável silencio.
